Genepotro

Sebrae pretende ampliar em 30% número de criadores atendidos

O projeto Genepotro, que leva melhoramento genético para equinos, será ampliado em 2019. A ação já atende criadores de cavalos e proprietários de haras de todo o Rio Grande do Norte.

Acácio Brito destaca a importância do projeto para melhorar o padrão genético do rebanho equino do RNNatal – O Sebrae no Rio Grande do Norte vai reunir, na próxima segunda-feira (25), criadores de cavalos e proprietários de haras para apresentar os resultados do primeiro ano do projeto Genepotro e as ações previstas para serem executadas em 2019. A meta é aumentar em 30% o número de atendidos pela iniciativa, que promove o melhoramento genético de rebanhos equinos de forma subsidiada. O projeto é executado com o apoio da Associação Norte-riograndense de Criadores (Anorc) e da Associação Norte-riograndense dos Criadores de Cavalos Quarto de Milha (ANQM). A reunião está programada para começar às 15h, no salão de eventos da Instituição, em Natal.

O programa trouxe para o Rio Grande do Norte a mais moderna técnica mundial de reprodução desses animais. Chamado de sexagem de sêmen, o método permite escolher o sexo de toda a prole a partir da seleção de elementos do esperma do macho. Assim, é determinado o sexo da próxima geração conforme a preferência do criador.

Essa é apenas uma das técnicas que são ofertadas no Genepotro, que conta também os métodos tradicionais de reprodução animal, como a transferência de embriões e inseminação artificial das éguas. Outro serviço que o programa oferece é o congelamento de sêmen equino. Todos os procedimentos são feitos pela Central Bompasto, um moderno centro biotecnológico especializado na criação de cavalos. Localizado no município de Serrinha, no Agreste Potiguar, o centro é parceiro do Sebrae e executor tecnológico do Genepotro.

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De acordo com o gestor do projeto, Acácio Brito, é pioneiro no Brasil esse trabalho implantado no RN de fomentar de forma subsidiada o uso das biotecnologias de reprodução, como ferramenta para o impulso do agronegócio do cavalo de micro, pequeno e médio porte que possuem faturamento anual bruto de até R$ 4,8 mil.

“Estamos bastante animados com os resultados do Genepotro. Tem sido desafiador, acreditamos que vamos elevar o número de criadores  em 30% em 2019. Contamos com uma equipe técnica muito competente na execução dos serviços e especialista nesse segmento, o que nos traz muita segurança”, diz o gestor.

A vantagem de participar do programa é que 70% dos custos pela aplicação das técnicas serão subsidiados pelo Sebrae, através do programa Sebraetec. O criador fica responsável pelo pagamento apenas 30% do total das consultorias. As técnicas são compradas em pacotes de procedimentos.

No ano passado, 18 reprodutoras já foram inseminadas artificialmente por meio do projeto. Em outras 74 éguas, foram realizados procedimentos de transferência de embriões. 1,1 mil palhetas de sêmen equino foram congeladas e 31 doses de esperma foram sexadas para escolha antecipada do sexo do embrião via Geneotro, que já atendeu a 39 criadores de cavalos no Rio Grande do Norte.

Atualmente, o rebanho equino do estado é de mais de 40,3 mil cabeças, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A proposta do Sebrae com o Genepotro é permitir que criadores possam ampliar o número de animais de alto padrão e, assim, elevar o padrão genético de todo o rebanho potiguar.

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